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Sistema para farmácia: o que ele precisa ter para não te dar prejuízo fiscal

A conversa sobre sistema de farmácia costuma girar em torno de PDV rápido e tela bonita. Importa. Mas o que mais pesa no bolso é invisível na demonstração: é o sistema que determina se você paga o imposto certo.

1. Classificação tributária por item — o que mais importa

Cada produto precisa carregar NCM e a tributação correta de PIS/COFINS. Medicamento monofásico tem tratamento próprio; perfumaria, higiene e conveniência têm outro.Se o sistema não permite configurar isso item a item — ou permite mas ninguém configurou — a farmácia paga PIS e COFINS sobre produto que já teve o tributo recolhido pela indústria. Todo mês. É o erro mais caro do setor e nasce quase sempre no cadastro.O que exigir: campo de classificação tributária por produto, importação de cadastro com esses dados, e relatório que mostre quanto do faturamento veio de monofásico.

2. SNGPC sem gambiarra

Escrituração de controlados é obrigação, e divergência vira problema com a vigilância. O sistema precisa gerar o arquivo corretamente e manter o estoque de controlados batendo com o físico.

3. Lote e validade de verdade

Controle por lote não serve só para não vender vencido. Serve para recolhimento, para rastreabilidade e para você enxergar o que está prestes a virar prejuízo enquanto ainda dá tempo de girar.

4. Nota fiscal que aguenta o digital

Se você entrega ou vende online, o sistema precisa emitir nota de venda a distância corretamente. Muita solução resolve bem o balcão e tropeça na entrega em outro município.

5. Relatório que o contador consiga usar

Um sistema que não exporta os dados fiscais de forma limpa transforma todo fechamento em retrabalho — e retrabalho é onde o erro entra.O que exigir: exportação de SPED, relatório de vendas por classificação tributária, e histórico que não se perca em mudança de versão.

6. Pense na Reforma Tributária

Com CBS e IBS, o aproveitamento de crédito fica mais amplo e a apuração muda. Pergunte ao fornecedor qual o plano de adequação e em que prazo. Sistema que não vai acompanhar a transição vira dívida técnica bem na hora errada.

A pergunta que separa os sistemas

Na hora de decidir, pergunte: “como o sistema trata produto monofásico, e que relatório ele me dá disso?”A resposta separa quem entende de farmácia de quem só vende software de varejo. E se o fornecedor titubear, considere que o problema vai ser seu, não dele.Quer saber como isso se aplica ao seu caso? Fale com um especialista da Viacont no WhatsApp.
Conteúdo informativo. Regras tributárias e sanitárias mudam — confirme com seu contador antes de decidir.

A Viacont é especializada em contabilidade para farmácias e drogarias em Salvador e em toda a Bahia.

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